Voce se conhece?
Já ouviram aquelas expressões "somos o que comemos", "diz-me com quem andas e te direi quem tu és", "vista-se como um príncipe e te tratarão como um rei"?...
Todas verdadeiras. É como a sabedoria popular nos ensina e nos molda nessas referências, há muito tempo.
Somos seres sociais. Não vivemos sozinhos. Estamos inseridos em diversos núcleos e nos misturamos com muitos outros. Família, amigos, trabalho, esportes, politica...
Dentro de cada um deles muitas vezes nos comportamos de maneira diferente. Não por sermos falsos ou fingidos, mas porque todos tem regras e normas. Formais ou até mesmo informais.
E por causa disso acabamos por mudar nosso jeito de agir.
Mudamos a linguagem, a postura e a vestimenta.
Somos as mesmas pessoas, mas em ambientes diferentes. E ainda bem que é assim, porque imaginem ir a um casamento com roupas de praia, ou ir a um jantar de família, com roupas de festa de casamento? Não dá né?
Mas o que isso quer dizer? Quer dizer que temos que pensar e nos adequarmos as situações.
O que queremos que cada um desses grupos de pessoas ou núcleos pensem sobre nós?
Podemos até dizer que não nos importamos com que os outros pensam, mas em algum momento isso pode nos prejudicar.
Quando eu era mais nova, achava que devia deixar sempre claro que eu não me importava com os outros e nem com suas opiniões. Era segura, dona de opiniões e atitudes fortes. Decidida.
Perdi alguns empregos e alguns amigos por isso.
Me arrependo? Claro... Mas consegui transformar essas experiências ruins em aprendizado e me melhorei com elas.
Hoje sou a mesma pessoa forte, que sabe o que quer e o que pensa, mas com mais suavidade. Sem querer impor minhas verdades, respeitando opiniões e compartilhando vivências.
E onde entra nossa aparência nessa conversa? Bom, na verdade em tudo, porque "a primeira impressão é aquela que fica". É a imagem que vemos por primeiro. Depois podemos conversar, observar e avaliar.
Após me compreender e conhecer melhor quem eu sou, pude entender coisas na minha vida que nem imaginava que tinham relação com minha imagem pessoal. Vou dar um exemplo: minha casa, o estilo dos móveis, enfeites, tecidos e cores... eu não sabia o que gostava, apenas buscava referências de coisas de bom gosto ou ditas elegantes. Agora posso escolher perfeitamente aquilo que me representa, afinal nossa casa é nosso refugio, o lugar onde temos que nos sentir seguros.
Outro exemplo: quantas roupas comprei achando lindas? E acabei por nunca usar... Ainda as acho lindas, mas entendo agora porque não as usei. Não refletem o meu estilo. Então visto, me olho no espelho e não me encontro... Tiro, coloco outra que me representa e saio feliz!
Esse era um processo que eu nem percebia na minha vida, apenas fazia sem consciência.
Tenho planos de reorganizar minha casa e meus móveis. Fiz uma faxina nos armários. Hoje quando olho as vitrines das lojas, meu olhar é muito mais critico. Não se trata apenas de gostar, precisar ou não, e comprar...
Se trata de pensar um pouco mais fundo a respeito. Não é só roupa, não é só gastar dinheiro e consumir desnecessariamente. É algo que aprendemos e nunca mais esquecemos, porque se trata de SER e não TER.
Hoje percebo que minha imagem tem um papel fundamental no posicionamento que quero ter. No lugar que quero ocupar no mundo.
Assim, percebo claramente que investir nesse autoconhecimento, nesse aperfeiçoamento, é um caminho para o sucesso e realização.
Todas verdadeiras. É como a sabedoria popular nos ensina e nos molda nessas referências, há muito tempo.
Somos seres sociais. Não vivemos sozinhos. Estamos inseridos em diversos núcleos e nos misturamos com muitos outros. Família, amigos, trabalho, esportes, politica...
Dentro de cada um deles muitas vezes nos comportamos de maneira diferente. Não por sermos falsos ou fingidos, mas porque todos tem regras e normas. Formais ou até mesmo informais.
E por causa disso acabamos por mudar nosso jeito de agir.
Mudamos a linguagem, a postura e a vestimenta.
Somos as mesmas pessoas, mas em ambientes diferentes. E ainda bem que é assim, porque imaginem ir a um casamento com roupas de praia, ou ir a um jantar de família, com roupas de festa de casamento? Não dá né?
Mas o que isso quer dizer? Quer dizer que temos que pensar e nos adequarmos as situações.
O que queremos que cada um desses grupos de pessoas ou núcleos pensem sobre nós?
Podemos até dizer que não nos importamos com que os outros pensam, mas em algum momento isso pode nos prejudicar.
Quando eu era mais nova, achava que devia deixar sempre claro que eu não me importava com os outros e nem com suas opiniões. Era segura, dona de opiniões e atitudes fortes. Decidida.
Perdi alguns empregos e alguns amigos por isso.
Me arrependo? Claro... Mas consegui transformar essas experiências ruins em aprendizado e me melhorei com elas.
Hoje sou a mesma pessoa forte, que sabe o que quer e o que pensa, mas com mais suavidade. Sem querer impor minhas verdades, respeitando opiniões e compartilhando vivências.
E onde entra nossa aparência nessa conversa? Bom, na verdade em tudo, porque "a primeira impressão é aquela que fica". É a imagem que vemos por primeiro. Depois podemos conversar, observar e avaliar.
Após me compreender e conhecer melhor quem eu sou, pude entender coisas na minha vida que nem imaginava que tinham relação com minha imagem pessoal. Vou dar um exemplo: minha casa, o estilo dos móveis, enfeites, tecidos e cores... eu não sabia o que gostava, apenas buscava referências de coisas de bom gosto ou ditas elegantes. Agora posso escolher perfeitamente aquilo que me representa, afinal nossa casa é nosso refugio, o lugar onde temos que nos sentir seguros.
Outro exemplo: quantas roupas comprei achando lindas? E acabei por nunca usar... Ainda as acho lindas, mas entendo agora porque não as usei. Não refletem o meu estilo. Então visto, me olho no espelho e não me encontro... Tiro, coloco outra que me representa e saio feliz!
Esse era um processo que eu nem percebia na minha vida, apenas fazia sem consciência.
Tenho planos de reorganizar minha casa e meus móveis. Fiz uma faxina nos armários. Hoje quando olho as vitrines das lojas, meu olhar é muito mais critico. Não se trata apenas de gostar, precisar ou não, e comprar...
Se trata de pensar um pouco mais fundo a respeito. Não é só roupa, não é só gastar dinheiro e consumir desnecessariamente. É algo que aprendemos e nunca mais esquecemos, porque se trata de SER e não TER.
Hoje percebo que minha imagem tem um papel fundamental no posicionamento que quero ter. No lugar que quero ocupar no mundo.
Assim, percebo claramente que investir nesse autoconhecimento, nesse aperfeiçoamento, é um caminho para o sucesso e realização.

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